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Johann Moritz Rugendas no México (1831-1834). Um pintor nas pegadas de Alexander von Humboldt.

Renate Löschner
Berlin: Ibero-Amerikanisches Institut, 2002, 130 pp.
ISBN: 3-935656-07-6

Alexander von Humboldt está intimamente ligado a apresentação artística do século XIX. Os impulsos que partiram de sua grande expedição que, entre os anos 1799 a 1804 o levou à Venezuela, Colômbia, Equador, Peru , México e Cuba, assim como os provenientes de seus livros de viagens e seus conceitos relativos às paisagens, encontraram grande eco no campo da arte e nas ilustrações científicas de viagens.
Depois de Humboldt, muitos naturalistas, viajantes e pintores sentiram-se atraídos pela América Ibérica, como Rugendas.Os estudos de Rugendas, sobre paisagens mexicanas e sul-americanas, por exemplo, encontraram muito pouco eco. Naquela época a pintura ao ar livre não era um trabalho compreendido, pois muitos acreditavam que um pincel não poderia descrever a exuberância e nem as maravilhas dos trópicos. Apesar de tudo ainda existia um círculo de artistas e exploradores que, seguindo os passos de Humboldt, realizaram um grande aporte à descoberta científica do México, da América Central e da América do Sul, o que ajudou a compreender melhor esse continente na Europa. Na América Ibérica esses quadros correspondem a uma tradição especial que levou à formação de uma pintura nacional própria. Como testemunho de uma época em que aqueles países tinham de lutar por sua independência, constituem um valioso legado no qual a obra de Rugendas, por sua interpretação vasta e expressiva deste continente ocupa um lugar de destaque.



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